Envolvido com o Hip Hop há 19 anos, Freitas foi um dos responsáveis pela expansão do Hip Hop na rede mundial de computadores. Em 2000, ajudou a fundar um dos sites mais importantes que o hip hop já teve e hoje está por trás do blog Radar Urbano, além de projetos do hip hop Gospel, em virtude de sua conversão religiosa.
Com tantos anos de dedicação ao movimento, Freitas tinha muito a falar, sobretudo pelo fato ter vivido e presenciado muitos acontecimentos. Como seu papel principal sempre foi dar voz aos artistas do movimento, o Portal Cultura Hip Hop chamou o Freitas para uma conversa, a fim de responder algumas perguntas e dar voz a esse cara que sempre se dedicou ao fortalecimento da cultura de rua. Segue a entrevista:
Portal Cultura Hip Hop [CH2]: Primeiramente gostaríamos que se apresentasse pra galera. Diga-nos quem é o Freitas, como descobriu o hip hop, o que faz dentro e fora do dele e há quanto tempo está envolvido com o movimento.
Freitas: Vamos lá rapaziada. Meu nome é Adriano de Freitas, conhecido nas ruas apenas como Freitas. Tenho 36 anos e sou morador da Zona Norte de SP. Sou formado em Administração de Empresas e Radialista por profissão. Também sou pai de um lindo filho. Há dois anos me converti ao Evangelho e hoje sou Servo do Deus Vivo.
Vivo o Hip Hop há mais de 19 anos. Aos 14 anos de idade era dj de uma casa noturna em SP, chamada Anny 44, e lá conheci vários sons que me foram apresentados por Djs como Marquinhos MS, Magal, Wadão, Arthur Veríssimo – só ótimos professores! Então comecei a tocar e fui me envolvendo. Na década de 90 fui membro da primeira posse de Rap do Brasil, o Sindicato Negro. O fato mais interessante era que eu e meu irmão, o Freitão, não tínhamos grupo, mas éramos da Posse. Dali pra frente o envolvimento foi crescendo. Vi Public Enemy na primeira vez que veio ao Brasil e ainda por cima na quarta-feira mais quente do Rap da época, na casa Santana Samba!
Após terminar a faculdade, fui pro mercado de comunicação e me afastei um pouco da militância. No ano de 2000, comecei a conhecer a linguagem de programação de sites e criei um site nas páginas pessoais do UOL. Por ter conhecimento no hip hop, esse foi o tema da página. Nesta época, o Bocada Forte, um dos sites mais antigos da cena, tinha 1 ano de existência, e o site que eu mais acompanhava era o Sta-Liados (salve para o Anão, Inútil e toda rapa da Norte).
Comecei ali a entrevistar os grupos conhecidos e mais próximos, quando então surgiu o canal “Se Liga!”. O site começou a ter audiência e abri uma empresa, pois na época só se registrava domínio com CNPJ. Como trabalhava na época na TV Câmara de SP, chamei meu parceiro e eterno amigo Johnny (que também foi do “Sindicato Negro” e dj do rapper MT Bronks) para se associar a mim, pois não daria conta de fazer matérias sozinho. Ele sempre foi mais o cara da rua do site. Estava criado o Real Hip Hop, que entrou no ar dia 15 de maio de 2000. E daí pra frente é só História...
[CH2]: Todos sabem que você era membro atuante do site Real Hip Hop, um dos sites mais populares que o hip hop teve. Diga-nos qual foi o seu envolvimento dentro do Real. Você foi o idealizador deste site? Além de você, outras pessoas estavam envolvidas?
Freitas: Como descrevi acima, fui sócio-criador do site. Lógico que ao longo dos 7 anos em que estive atuante, tudo foi se modelando. Na frente do site estava eu e o Johnny. Fomos o primeiro site de Hip Hop a usar o termo Portal. Fomos os primeiros a termos colunistas que, aliás, sem eles nada dessa história que criamos teria sido possível. Colunistas que ficaram na memória de todos: Xadão, Juny KP, Gas-PA, Biba Limeira, Júnior Ctba, Dj Portela, Marjorie Bastos, Samantha Oliveti, Preto Ghoez, Alessandro Buzo, Patrícia de Jesus, Érica Li, Flávia Uvah, Dj Magoo (de NY), Mara Oro Onijá, Mc Say (da Argentina), Cacau, Rúbia RPW, Bina (do Japão), Negra Ro, Nando Tau, Coscarque, Franze do Rap, Tatiana Andarilha, Mayron Recplay, Tuí, Luna e Spensy Pimentel. Acho que falei de todos. Era necessário.
Então vieram os site oficiais de grupos, então vieram as rádios ondemand, tv hip hop e etc. Olha, sem pretensões, o RHH e toda equipe foi muito inovador. Sem condições, fizemos coisas que os grandes portais faziam. Era muito bom fazer tudo aquilo.
[CH2]: Hoje você está à frente do site Radar Urbano. O nome do site tem alguma significação específica?
Freitas: O nome vem para mostrar o que buscamos com o site, que é trazer à tona tudo de mais urbano do mundo: o que as ruas estão falando, vivendo, comprando, usufruindo.
[CH2]: Na forma de difundir a informação, o Radar evoluiu se comparado aos demais sites? Houve uma evolução da mentalidade, dos critérios e propósitos do site?
Freitas: Eu diria que evoluiu. Primeiramente, pós minha conversão há 2 anos, o velho homem se foi, ficou no passado. Então tretas, mágoas e picuinhas também se foram, o que abriu muito para o momento.
Hoje no Radar uma coisa que tenho batido na tecla e de usarmos o network, usarmos a força de uma rede para todos os blogs e sites crescerem juntos, o que não fizemos no passado. No Radar, diariamente dou notas de quase todos os sites e dou a fonte da notícia deles mesmo que esses sites tenham buscado a nota em outro site, pois desta forma fazemos o acesso rodar entre nós.
Não somos somente um site. Difundi vários trabalhos que eu realizava em um campo hoje. O Radar Urbano é uma agência multimídia, além de uma produtora de eventos ligada de forma indireta a uma organização social que acabou de nascer, a Acessa Favela. Estamos montando nossa rede e já temos o site GospelHipHop.com.br, que fala somente do Hip Hop cristão, o único site especifico no país.
Apesar de hoje não considerar o Blog-Site Radar Urbano um veículo de Hip Hop, vejo ele como um veículo de comunicação urbana. Claro que temos o HH bem presente, mas temos ali skate, sports de ação, moda urbana, tatuagem e muita tecnologia.
[CH2]: Há quanto tempo o Radar está no ar? A aceitação por parte do público tem sido boa? Qual avaliação você faz a respeito?
Freitas: Estamos praticamente completando 1 ano em junho. O domínio foi registrado em maio e depois de um mês que efetivamente comecei atualizar. A aceitação tem sido bacana, matérias na Raça, Rapnews e Revista Cultura Hip Hop deram uma boa alavancada nos acessos, que cresce diariamente. Temos muito para crescer e melhorar, novas seções, canais, fórmulas devem ser criadas, e o público que vai, na verdade, falando o caminho. Tenho acessado muitos sites e blogs gringos que seguem o mesmo caminho e hoje se capitalizam com isso. Acho que podemos chegar nesse pé. Fechamos esse mês uma primeira parceria com a Slum, e de fato agora que estamos buscando mais apoios pro site. A agência esta bacana e temos feitos vários trabalhos.
[CH2]: Acompanhando o Radar Urbano, temos percebido que você tem demonstrado uma preocupação especial em falar de outras vertentes da cultura de rua, e não somente do Hip Hop. Há alguma razão especial para isto?
Freitas: A razão principal é só analisar o mercado, analisar as tendências. O Hip Hop está presente, sem dúvida, como disse acima, mas falamos de tudo um pouco: tecnologia, internet, muitos clipes e mp3, dicas de moda e lifestyle e uma coisa que gosto e tento todo dia postar algo, a moda dos snekers, tendência mundial. Temos que abrir os campos, abrir a mente. O Hip Hop se congelou e por causa disso não abriu a mente, e vejo como nosso papel fazermos o que criticamos de forma correta.
[CH2]: Percebemos também que o Radar Urbano tem inovado ao trazer seções como a “Pelo MSN”, por exemplo, na qual você faz entrevistas rápidas – um bate papo mesmo – com várias personalidades do hip hop. Como surgiu essa idéia? Existe algo que tenha te motivado a fazê-la? Há mais novidades como está vindo por aí?
Freitas: Não ficaremos somente com a rapaziada do Hip Hop. Esta semana entra no ar o especial “por de trás dos blogs-sites”, que falaremos com os responsáveis por essa comunicação, tentando mostrar um pouco da linha editorial de cada site, o caminho para a cultura urbana de uma forma geral.
A idéia surgiu em ter algo mais dinâmico. Estamos produzindo nosso VideoCast – o RadarCast, onde, por vídeo, de forma descontraída, mensalmente bateremos papo com várias personalidades.
[CH2]: Manter um veículo de comunicação não é tarefa fácil, e isto por diversos motivos. Como um desses motivos, podemos destacar a capacidade de influenciar – positiva e negativamente – as pessoas. Sabendo disso, Quais os critérios utilizados para decidir se uma matéria, reportagem ou notícia vai ao ar? Existe uma preocupação com o impacto que estas informações podem causar?
Freitas: Sem dúvida, como cristão, a primeira coisa que vejo sempre é tentar não colocar nada ligado à sexualidade excessiva, drogas e bebidas, pois vejo isso como grande mau pros jovens do Brasil. Depois a questão de influenciar também vai do gosto de quem edita o texto. Aí temos que ter bom senso, e por isso que digo que tem espaço pra vários sites, pois tem grupos e notícias que não dou porque o que vai pro ar são coisas que eu gosto. Se eu gosto e as pessoas acessam meu site, é porque gostam. Se não gostarem, não acessam o R.U. e acessam outro site. É como Veja e Época, cada uma tem seu público, cada uma tem sua linha editorial, sua linha de influência.
Um exemplo: em um prêmio de música eu não dou matéria sobre um grupo que esteja concorrendo no período da premiação, ou entrevisto todos os grupos de uma vez, ou não falo com nenhum. Foi o caso do Troféu Talento, com o GospelHipHop.com.br mandei entrevista a todos os grupos e coloquei no ar, ao invés de somente falar de um grupo específico. Outros sites não seguem o mesmo modelo de gestão, mas isso é uma questão editorial de cada um.
[CH2]: Você é um cara bastante atento no que rola dentro e fora do hip hop. Como você vê a cena atual do hip hop? Os artistas das vertentes que compõem o hip hop tem mostrado habilidade e talento ultimamente? Pode citar algum trabalho que você tenha visto que tenha considerado como de boa qualidade?
Freitas: Em uma entrevista recente ao blog do escritor Alessandro Buzo, falei: “Vejo como um momento que passa da reflexão interna dos seus cabeças pensantes e mentores, vejo como uma grande oportunidade para a nova geração e o grande momento de abrir as mentes e o mercado. Um fato importante e a tal da união. Não falei sobre isso, mas ai vai: o grande exemplo foi a Virada Cultural. Todo mundo reclamou que não deram o devido espaço ao rap e colocou apenas nos céus. Ok, mas vocês já pensaram se todos os grupos que fossem procurados chegassem e falassem: não aceitamos o convite pois queremos mais respeito ao nosso trabalho! Será que isso não levaria no mínino o poder público a entender a mobilização e a força do rap? Recebi a informação que artistas do samba fizeram algo parecido. Queriam o cachê equivalente ao da Maria Rita e se recusaram a cantar. É disso que estou falando. De pararmos de brigar por espaço e sim brigarmos pelo poder, pararmos de aceitar de ganhar cachê e servimos de mico da corte do rei, que vai, faz o rei feliz, pega seu cachê e vai embora enquanto outros ganham cachês altíssimos e tem seu espaço digno e respeitoso.”
Um grupo que vejo se destacando muito e tenho observado bem o trabalho dele é o Pentágono. Veja que não tenho contato pessoal com eles e nem nos falamos. Estou falando pelo lado pró dos caras, pelo que tenho escutado do mercado, pela musicalidade e pelo trabalho do Pedro Gomes, o mentor dos caras que está mandando muito bem. Logo mais vou propor um papo com os caras, pois temos muitos pensamentos em comum.
A palavra tema é: Profissionalização de todos e isto em todas as áreas do rap, desde o técnico de som até o mc que sobe pra rimar.
[CH2]: Em uma entrevista sua ao programa Freestyle, você criticou o fato da grande maioria dos grupos não terem assessoria de imprensa, nem se preocuparem em eles mesmos fazerem esse trabalho. Nesta entrevista, você falou que isso era uma dificuldade até mesmo para os veículos de comunicação, pois as informações não chegavam a estes e, por conseqüência, tais veículos não podiam divulgá-las, criando até, de certa forma, uma escassez de conteúdo da cena nacional. Você continua mantendo essa argumentação? Além desses, existe outros fatores que comprometem a mídia do hip hop?
Freitas: Caraca, que bom que escutou esta entrevista. Sem dúvida 99% dos grupos não se preocupam com isso e muitos nem tem idéia do que seria isso. Como falei, os grupos acham que mandar informações aos veículos é fazer favor. Muito pelo contrário, mandar foto, release e link de um novo som produzido que esta no myspace é uma baita divulgação pro grupo. Mas o que acontece hoje é que os editores de sites e blogs criam as notícias. Isso que falei acima é profissionalização, é ter fotos de trabalho, um mapa de palco, um release sem erros de português, e tentar não colocar sempre a namorada como a pessoa que cuida de tudo, ehehehe
[CH2]: Recentemente você promoveu uma reunião com os responsáveis pelos veículos de comunicação na internet em São Paulo. Qual o objetivo desta reunião? Algo ficou decidido?
Freitas: Puxa! Depois de muitos anos, sentou na mesma mesa uma galera que faz os blogs e sites. Infelizmente, pela distância geográfica, alguns como Mandrake, Bdog e Fabrício não puderam estar presentes, mas teremos novas reuniões.
O motivo foi essa preocupação que disse acima. Foi tentar alertar que se nós não fizermos algo, ficaremos sempre na mesma. Chega uma hora que temos que chamar a responsa pra cima.
Pretendemos fazer algumas ações em conjunto para dar oficinas e workshops a algumas pessoas pra tentarmos profissionalizar alguns e, de forma gradativa, irmos fazendo a nossa parte. E muita coisa legal pode vir por aí, vamos aguardar.
[CH2]: Pra você, o que anda bem e o que vai mal na cena nacional?
Freitas: Acho que pelas respostas acima dá pra notar um pouco de cada coisa.
[CH2]: 2009 está sendo marcado como o ano da união do hip hop. Vimos recentemente renomados rappers (Gog, Jamaika e Rei) promoverem a paz, pondo fim a uma rixa que durava anos. A mídia on-line também estreitou bastante suas relações e hoje vemos os grandes portais, sites e blogs da internet trabalhando juntos e mais unidos. Que considerações você faz a respeito destas alianças? Algum dia você imaginou que isto estaria acontecendo?
Freitas: Essa é uma ação natural em tempos de dificuldades, é a união. É muito mais fácil crescer junto numa batalha do que sozinho. A Bíblia fala, em Eclesiastes 4.9-12, Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só, como se aquentará? E, se alguém prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras não se quebra tão depressa.
É isso, simples.
Se imaginei? Olha, se eu não tivesse em Cristo, sinceramente seria difícil parar e sentar com vários amigos de hoje, mas o amadurecimento da vida e Jesus fizeram com que eu visse o quanto errado estava e que este é o momento ideal para tudo o que esta rolando!
[CH2]: E o Hutúz? Qual seu envolvimento com este festival? Desde que o Hutúz surgiu, vemos seu nome envolvido direta ou indiretamente na organização. Qual era sua responsabilidade lá dentro e quais, na sua opinião, foram as contribuições que o Hutúz deu ao hip hop nestes 10 anos de história?
Freitas: É verdade! Estive envolvido diretamente desde a segunda edição. Na primeira, somente fiz a cobertura.
Já fiz sites da premiação, já ajudei na produção, na parte gráfica e a parte mais atuante. Além de tudo isso, sempre foi na auditoria da votação online e na contagem dos votos.
A contribuição foi tremenda, sem dúvidas. Dei a alguns dias entrevista ao Quack para o documentário dos 10 anos, e falamos muito disso.
Hoje você vê grupos pensando em lançar cd e clipes perto do evento e nos períodos da premiação. A preocupação com a qualidade aumentou demais depois do advento do prêmio. Agora com o fim do prêmio vamos ver o que irá acontecer. Se acabar de fato, como me afastei, não sei o que será.
[CH2]: Como você encara o fato de grandes mídias – como a MTV, por exemplo – estarem aos poucos penetrando e se tornando especializadas em hip hop? Você vê isso com bons olhos?
Freitas: Estão se especializando? Não vejo isso! O que temos hoje é somente o “Manos e Minas”, agora com o Thaíde, e logo mais na TV Record (dito em primeira mão por mim no twitter do Radar Urbano) Rappin Hood de volta a ativa, ou com um programa ou ainda com um bloco - a principio, no programa das manhãs do Brito Jr. (me desculpem não recordo o nome).
Ver com bons olhos é outra coisa. O que temos que ver são as condições, a administração desses espaços, para mais uma vez não sermos usados. Hood deixou seu recado na saída do ”Manos e Minas”. É isso, atitude da parte do Hip Hop, é brigarmos por poder e não por status.
[CH2]: Que avaliação você faz do hip hop desde a época que você começou a se envolver até os dias atuais? Houve evolução? Que avaliação você faz do momento atual que o hip hop vive?
Freitas: Essa é difícil, heim. Falei demais de Hip Hop já. Pelas respostas acima, dá pra tirar as conclusões.
[CH2]: Quais os planos para o futuro? O público pode esperar novidades no site Radar Urbano?
Freitas: O R.U, como disse, vai além do Blog de informações. É uma agência de criação de conteúdo digital, uma produtora de eventos (segundo semestre teremos novidades), lançamos o site Gospelhiphop.com.br, voltado 100% ao hip hop cristão e feito somente por cristãos.
Lançaremos ainda no primeiro semestre uma mixtape. O nosso vídeo cast –RadarCast em parceria com a 13 Produções, mais sites virão e claro a festa de 1 ano do Radar Urbano esta em produção.
[CH2]: Agradecemos a entrevista. Faça seus comentários finais, agradecimentos e considerações.
Eu que tenho que agradecer pelo espaço, e parabenizar o site pelo trabalho que vem fazendo no DF e tenho certeza que vai ampliar para todo o Brasil. O que pudermos ajudar, já é.
O Hip Hop é maior que intrigas e egos. É uma cultura popular que mais cresce no mundo.
No Radar Urbano temos espaço sim pro HH, mas o que pretendemos é elevar informações diversas sobre a cultura urbana mundial, espero que curtam.
Queria deixar um pensamento da parte de Deus a vocês: "Por último, meus irmãos, encham a mente de vocês com tudo o que é bom e merece elogios, isto é, tudo o que é verdadeiro, digno, correto, puro, agradável e decente. Ponham em prática o que vocês receberam e aprenderam de mim, tanto com as minhas palavras como com as minhas ações. E o Deus que nos dá a paz estará com vocês." (Filipenses 4: 8 e 9)
Aos que estão lendo, acessem e entrem em contato:
Email: freitas@gmail.com
MSN: mandanofreitas@hotmail.com
www.radarurbano.com.br
www.gospelhiphop.com.br
www.acessafavela.com.br
Por: Fabrício, em 16/06/2009
